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O Point dos Idiomas e Traduções
quinta-feira, 16 de junho de 2016
TÉCNICAS DE MEMORIZAÇÃO
Apresentação
Muitas pessoas queixam-se de possuir uma memória fraca, capaz de dificultar o seu aprendizado. Na verdade, todos temos a capacidade de possuir uma boa memória, desde que treinemos para isso. Muitos relacionam a falta de habilidade de memorização com a distração. Realmente, pessoas distraídas costumam não lembrar de muitas coisas que fizeram ou leram, mas isso não significa que tenham uma memória fraca. Você pode ser distraído e ter uma ótima memória para lembrar números de telefone, por exemplo. Um dos segredos de memorização é tentar associar os acontecimentos a imagens. Assim, se você é daqueles estudantes que chega em casa, joga um caderno num canto, deita, dorme e depois pede a ajuda de Deus e do mundo para encontrar o caderno, preste muita atenção: Ao jogá-lo num canto, espere, veja o caderno cair, pular e finalmente permanecer estático no seu cantinho de queda. Dessa forma, com certeza você lembrará mais facilmente onde o deixou.
Ter atenção é requisito para memorizar. Quantas vezes você já deve ter admirado o seu professor de história ou de geografia, por lembrar de detalhes de nosso país? Uma memória bem treinada é motivo de louvor e admiração em qualquer situação. Agora, você deve se perguntar: também posso ter uma memória assim? Sim, você pode, desde que se esforce pra isso. Para ajudá-lo, vamos expor a seguir algumas técnicas. Apenas vamos ajudá-lo a iniciar este caminho, caberá a você desenvolver as habilidades. Por isso, treine, repita os exercícios e mentalize que você poderá assimilar qualquer técnica, desde que queira isso.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
Ter Concentração I:
TÉCNICAS DE MEMORIZAÇÃO
Apresentação
Muitas pessoas queixam-se de possuir uma memória fraca, capaz de dificultar o seu aprendizado. Na verdade, todos temos a capacidade de possuir uma boa memória, desde que treinemos para isso. Muitos relacionam a falta de habilidade de memorização com a distração. Realmente, pessoas distraídas costumam não lembrar de muitas coisas que fizeram ou leram, mas isso não significa que tenham uma memória fraca. Você pode ser distraído e ter uma ótima memória para lembrar números de telefone, por exemplo. Um dos segredos de memorização é tentar associar os acontecimentos a imagens. Assim, se você é daqueles estudantes que chega em casa, joga um caderno num canto, deita, dorme e depois pede a ajuda de Deus e do mundo para encontrar o caderno, preste muita atenção: Ao jogá-lo num canto, espere, veja o caderno cair, pular e finalmente permanecer estático no seu cantinho de queda. Dessa forma, com certeza você lembrará mais facilmente onde o deixou.
Ter atenção é requisito para memorizar. Quantas vezes você já deve ter admirado o seu professor de história ou de geografia, por lembrar de detalhes de nosso país? Uma memória bem treinada é motivo de louvor e admiração em qualquer situação. Agora, você deve se perguntar: também posso ter uma memória assim? Sim, você pode, desde que se esforce pra isso. Para ajudá-lo, vamos expor a seguir algumas técnicas. Apenas vamos ajudá-lo a iniciar este caminho, caberá a você desenvolver as habilidades. Por isso, treine, repita os exercícios e mentalize que você poderá assimilar qualquer técnica, desde que queira isso.
A observação é um fator determinante para uma boa memória, bem como a atenção naquilo que está sendo observado. Veja um exemplo: Olhe para o seu relógio e verifique as horas. Fácil, não? Será que você lembra quantos segundos marcavam o ponteiro do relógio? Provavelmente você só olhou os minutos, ou seja, olhou mas não observou por inteiro a informação passada por seu relógio. Isso não é ser detalhista, capaz de obter o maior número de informações possíveis. É preciso observar, e não apenas olhar. Textos também devem ser observados, determinados trechos apresentam parágrafos maiores, onde comumente estão presentes exemplos e explicações mais detalhadas. Uma boa memória retentiva e bem treinada, com certeza sabe observar por vários ângulos de análise.
Escreva em um papel a palavra CONCENTRAÇÃO. Observe atentamente a palavra e tire suas conclusões sobre o seu significado. Mais um tempinho. Concentrar-se, como a própria palavra diz, significa atingir, expresso no prefixo con- e -centro, expresso em centrar-se. Ao estudar, ler um texto ou mesmo assistir a uma aula, você deve ter isso em mente, ou seja, ter essa tarefa como centro de todos os seus pensamentos, pois seu cérebro irá trabalhar conforme esteja sendo direcionado a um determinado assunto.
Concentrar-se é uma técnica fundamental de memorização. Centre-se apenas no ponto que você deseja atingir, nos seus objetivos, esquecendo do mundo exterior. Existem pessoas que possuem dificuldades com a memória, mas após ser treinada, realizam mecanicamente o processo. Você deve conhecer pessoas que conseguem ler livros dentro de um ônibus ou em uma praça lotada. Essas pessoas conseguem se concentrar porque já dominaram automaticamente sua concentração.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Estado ou estado?
Estado ou estado?
Defrontamo-nos com dois vocábulos idênticos, porém dotados de traços singulares. E, por assim dizer, não nos resta alternativa senão acreditar que estamos compartilhando com mais uma das tantas curiosidades proferidas pelo sistema linguístico.
Uma delas diz respeito à semântica, pois temos o Estado equivalente a uma determinada instituição, o estado que representa as diversas regiões de um dado lugar e estado que se atribui à forma pela qual uma pessoa se apresenta, no caso, o estado de saúde, o estado emocional, entre outros.
De posse dessas informações, temos condições de ressaltar outra característica, a qual representa o real objetivo do artigo que ora se faz presente - aquela relacionada às questões ortográficas. Portanto, analisemos:
Quando nos referimos ao “Estado” instituição, este é grafado sempre com letra maiúscula. Tal como em:
É dever do Estado cuidar das questões referentes aos órgãos que dele fazem parte.
No caso de nos referirmos a alguma região brasileira, esta deverá ser grafada com letra minúscula, como por exemplo:
Moramos no estado do Rio de Janeiro.
É bem provável que o estado de saúde de Márcia se agrave ainda mais.
Dotado das mesmas características que o termo anterior, também é grafado com letra minúscula.
Uma delas diz respeito à semântica, pois temos o Estado equivalente a uma determinada instituição, o estado que representa as diversas regiões de um dado lugar e estado que se atribui à forma pela qual uma pessoa se apresenta, no caso, o estado de saúde, o estado emocional, entre outros.
De posse dessas informações, temos condições de ressaltar outra característica, a qual representa o real objetivo do artigo que ora se faz presente - aquela relacionada às questões ortográficas. Portanto, analisemos:
Quando nos referimos ao “Estado” instituição, este é grafado sempre com letra maiúscula. Tal como em:
É dever do Estado cuidar das questões referentes aos órgãos que dele fazem parte.
No caso de nos referirmos a alguma região brasileira, esta deverá ser grafada com letra minúscula, como por exemplo:
Moramos no estado do Rio de Janeiro.
É bem provável que o estado de saúde de Márcia se agrave ainda mais.
Dotado das mesmas características que o termo anterior, também é grafado com letra minúscula.
REVISÃO E EDIÇÃO DE TEXTOS:
contato:(21)8360-0915
Haja ou Aja?
Haja ou Aja?
Mas vejamos: é necessário que você aja rápido e decida qual usar!
Pois não quero que haja nenhum tipo de reclamação depois!
E dessa forma, percebeu a diferença?
“Aja” é a flexão do verbo “agir” conjugado na 1ª ou 3ª pessoa do singular do presente do subjuntivo ou do imperativo afirmativo (aja ele). Pode ser substituída por “atuar”, “proceder”.
Veja: Aja de maneira civilizada com aquele homem. (proceda)
É bom que você aja com naturalidade. (atue, proceda)
Não quero que aja com desrespeito à autoridade. (proceda)
“Haja” é a flexão do verbo haver na 1ª e 3ª pessoa do singular do presente do subjuntivo ou do imperativo afirmativo ou negativo (haja você, não haja você). Pode ser substituída por: acontecer, existir, ocorrer, ter.
Observe: Haja o que houver, estaremos juntos nessa batalha. (Ocorra, aconteça).
Queremos que haja harmonia entre nós. (exista, tenha)
“Haja luz, e houve luz”. (Tenha)
Retomando a dúvida inicial “Haja paciência” Ou “Aja paciência”, temos certo:
Haja paciência! Ou seja, Tenha paciência!
Agora, se fosse “Aja com paciência” seria dessa forma, pois significaria: “Proceda com paciência”.
Lembre-se de que “haja vista” não varia e, portanto, permanece no feminino: fiquemos de cabeça erguida, haja vista tantos problemas que já superamos. Jamais escreva “haja visto”.
REFORÇO ESCOLAR EM PORTUGUÊS/REDAÇÃO:
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Mas vejamos: é necessário que você aja rápido e decida qual usar!
Pois não quero que haja nenhum tipo de reclamação depois!
E dessa forma, percebeu a diferença?
“Aja” é a flexão do verbo “agir” conjugado na 1ª ou 3ª pessoa do singular do presente do subjuntivo ou do imperativo afirmativo (aja ele). Pode ser substituída por “atuar”, “proceder”.
Veja: Aja de maneira civilizada com aquele homem. (proceda)
É bom que você aja com naturalidade. (atue, proceda)
Não quero que aja com desrespeito à autoridade. (proceda)
“Haja” é a flexão do verbo haver na 1ª e 3ª pessoa do singular do presente do subjuntivo ou do imperativo afirmativo ou negativo (haja você, não haja você). Pode ser substituída por: acontecer, existir, ocorrer, ter.
Observe: Haja o que houver, estaremos juntos nessa batalha. (Ocorra, aconteça).
Queremos que haja harmonia entre nós. (exista, tenha)
“Haja luz, e houve luz”. (Tenha)
Retomando a dúvida inicial “Haja paciência” Ou “Aja paciência”, temos certo:
Haja paciência! Ou seja, Tenha paciência!
Agora, se fosse “Aja com paciência” seria dessa forma, pois significaria: “Proceda com paciência”.
Lembre-se de que “haja vista” não varia e, portanto, permanece no feminino: fiquemos de cabeça erguida, haja vista tantos problemas que já superamos. Jamais escreva “haja visto”.
REFORÇO ESCOLAR EM PORTUGUÊS/REDAÇÃO:
REVISÃO E EDIÇÃO DE TEXTOS:
CONTATO:(21)8360-0915
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Conheça: a História da língua portuguesa!
Português na História

Curiosamente, o português surgiu da mesma língua que originou a maioria dos idiomas europeus e asiáticos. Com as inúmeras migrações entre os continentes, a língua inicial existente acabou subdividida em cinco ramos: o helênico, de onde veio o idioma grego; o românico, que originou o português, o italiano, o francês e uma série de outras línguas denominadas latinas; o germânico, de onde surgiram o inglês e o alemão; e finalmente o céltico, que deu origem aos idiomas irlandês e gaélico. O ramo eslavo, que é o quinto, deu origem a outras diversas línguas atualmente faladas na Europa Oriental.
O latim era a língua oficial do antigo Império Romano e possuía duas formas: o latim clássico, que era empregado pelas pessoas cultas e pela classe dominante (poetas, filósofos, senadores, etc.), e o latim vulgar, que era a língua utilizada pelas pessoas do povo. O português originou-se do latim vulgar, que foi introduzido na península Ibérica pelos conquistadores romanos. Damos o nome de neolatinas às línguas modernas que provêm do latim vulgar. No caso da Península Ibérica, podemos citar o catalão, o castelhano e o galego-português, do qual resultou a língua portuguesa.
O domínio cultural e político dos romanos na península Ibérica impôs sua língua, que, entretanto, mesclou-se com os substratos lingüísticos lá existentes, dando origem a vários dialetos, genericamente chamados romanços (do latim romanice, que significa "falar à maneira dos romanos"). Esses dialetos foram, com o tempo, modificando-se, até constituirem novas línguas. Quando os germânicos, e posteriormente os árabes, invadiram a Península, a língua sofreu algumas modificações, porém o idioma falado pelos invasores nunca conseguiu se estabelecer totalmente.
Somente no século XI, quando os cristãos expulsaram os árabes da península, o galego-português passou a ser falado e escrito na Lusitânia, onde também surgiram dialetos originados pelo contato do árabe com o latim. O galego-português, derivado do romanço, era um falar geograficamente limitado a toda a faixa ocidental da Península, correspondendo aos atuais territórios da Galiza e de Portugal. Em meados do século XIV, evidenciaram-se os falares do sul, notadamente da região de Lisboa. Assim, as diferenças entre o galego e o português começaram a se acentuar. A consolidação de autonomia política, seguida da dilatação do império luso consagrou o português como língua oficial da nação. Enquanto isso, o galego se estabeleceu como uma língua variante do espanhol, que ainda é falada na Galícia, situada na região norte da Espanha.
As grandes navegações, a partir do século XV d.C. ampliaram os domínios de Portugal e levaram a Língua Portuguesa às novas terras da África (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe), ilhas próximas da costa africana (Açores, Madeira), Ásia (Macau, Goa, Damão, Diu), Oceania (Timor) e América (Brasil).
A Evolução da Língua Portuguesa
Destacam-se alguns períodos:
1) Fase Proto-histórica
Compreende o período anterior ao século XII, com textos escritos em latim bárbaro (modalidade usada apenas em documentos, por esta razão também denominada de latim tabeliônico).
2) Fase do Português Arcaico
Do século XII ao século XVI, compreendendo dois períodos distintos:
a) do século XII ao XIV, com textos em galego-português;
b) do século XIV ao XVI, com a separação entre o galego e o português.
3) Fase do Português Moderno
Inicia-se a partir do século XVI, quando a língua se uniformiza, adquirindo as características do português atual. A literatura renascentista portuguesa, notadamente produzida por Camões, desempenhou papel fundamental nesse processo de uniformização. Em 1536, o padre Fernão de Oliveira publicou a primeira gramática de Língua Portuguesa, a "Grammatica de Lingoagem Portuguesa". Seu estilo baseava-se no conceito clássico de gramática, entendida como "arte de falar e escrever corretamente".
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