Tipos definidos pelo Manual de
Redação da Presidência
1. O Padrão Ofício
1.1. Aviso e Ofício e Memorando
2. Exposição de Motivos
3 Mensagem
4. Telegrama
5. Fax
6. Correio Eletrônico
Pronomes de tratamento
§
316 (Gramática Metódica – Napoleão Mendes)
Vossa – emprega-se quando nos dirigimos à pessoa
– Acabo de receber o diploma que Vossa Santidade se dignou enviar-me. Ou Vossa
Senhoria nomeará o seu substituto? Caso a pessoa à qual nos dirigimos seja do
sexo masculino, o adjetivo deve guardar concordância: Vossa Senhoria está
ocupado? (dirigindo-se a um homem)
Idem ao sexo feminino: Vossa Senhoria está
atarefada? (dirigindo-se a uma mulher)
Sua
– emprega-se quando nos referimos à
pessoa - Vi sua Santidade o Papa Paulo VI quando estive em Roma.
1- Vossa Excelência:
a) do Poder Executivo;
Presidente da
República;
Vice-Presidente da
República;
Ministros de Estado[1];
Governadores e
Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal;
Oficiais-Generais
das Forças Armadas;
Embaixadores;
Secretários-Executivos
de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza
especial;
Secretários de
Estado dos Governos Estaduais;
Prefeitos Municipais.
b) do Poder Legislativo:
Deputados Federais e Senadores;
Ministros do Tribunal de Contas da
União;
Deputados Estaduais e
Distritais;
Conselheiros dos
Tribunais de Contas Estaduais;
Presidentes das
Câmaras Legislativas Municipais.
c) do Poder Judiciário:
Ministros dos
Tribunais Superiores;
Membros de Tribunais;
Juízes;
Auditores da Justiça
Militar.
1.1 O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos
Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor,
seguido do cargo respectivo:
Excelentíssimo
Senhor Presidente da República,
Excelentíssimo
Senhor Presidente do Congresso Nacional,
Excelentíssimo Senhor
Presidente do Supremo Tribunal Federal.
1.2 As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor,
seguido do cargo respectivo:
Senhor Senador,
Senhor Juiz,
Senhor Ministro,
Senhor Governador,
2. Vossa Senhoria
É empregado para as demais autoridades e para particulares.
2.1 O vocativo adequado é:
Senhor Fulano
de Tal,
(...)
No envelope, deve constar do endereçamento:
Ao Senhor
Fulano de Tal
Rua ABC, no 123
12345-000 – Curitiba. PR
Como se depreende do exemplo acima, fica dispensado o emprego do
superlativo ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento
de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do
pronome de tratamento Senhor.
Acrescente-se que doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico.
Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em
comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso
universitário de doutorado. É costume designar por doutor os bacharéis,
especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o
tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.
Mencionemos, ainda, a
forma Vossa Magnificência,
empregada por força da tradição, em comunicações dirigidas a reitores de
universidade. Corresponde-lhe o vocativo:
Magnífico
Reitor,
(...)
Os pronomes de
tratamento para religiosos, de acordo com a hierarquia eclesiástica, são:
Vossa Santidade,
em comunicações dirigidas ao Papa. O vocativo correspondente é:
Santíssimo
Padre,
(...)
Vossa Eminência ou Vossa
Eminência Reverendíssima, em comunicações aos Cardeais. Corresponde-lhe o
vocativo:
Eminentíssimo Senhor Cardeal, ou
Eminentíssimo
e Reverendíssimo Senhor Cardeal,
(...)
Vossa Excelência Reverendíssima
é usado em comunicações dirigidas a Arcebispos e Bispos; Vossa Reverendíssima ou Vossa
Senhoria Reverendíssima para Monsenhores, Cônegos e superiores religiosos. Vossa Reverência é empregado para
sacerdotes, clérigos e demais religiosos.
[1] Nos termos do Decreto no
4.118, de 7 de fevereiro de 2002, art. 28, parágrafo único, são Ministros de
Estado, além dos titulares dos Ministérios: o Chefe da Casa Civil da
Presidência da República, o Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o
Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, o Advogado-Geral da
União e o Chefe da Corregedoria-Geral da União.
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